Diário de Bordo da Especialização

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

Atividade cinco do PROA 04

Nome: Marcos Aurélio Viatroski Data: 18 / 12 / 2006 Hora: 12:38:38
Primeiro Autor: Maria Cecilia Magrinelli Marques
Respostas às questões do primeiro autor: O construtivismo apresenta a aprendizagem pela percepção do objeto, seja ele material ou abstrato, quando criança o sujeito percebe o físico fazendo, aulas práticas com recursos audiovisuais paupáveis, conforme a fase que se encontra e quando adulto como ocorre? Construir o conhecimento está ligado a experiência? Aprender fazendo? Segundo Fosnot(1996), os adultos aprendem melhor quando sentem necessidade imediata de tal aprendizado, e esta aprendizagem ocorre com a experimentação e resolução de problemas.
Segundo Autor: Maria Eliza Wolff
Respostas às questões do segundo autor: Piaget fala muito sobre a fases da criança (idade certa) para aprender algo e podemos perceber através dos vídeos que é isso que acontece com Alexandra e as outras crianças, quer dizer "eles ainda não estão no momento certo para fazer inferências ou de memorizar posições e deslocamentos" mas, porquê existem crianças que com a mesma idade conseguiriam realizar a atividade com sucesso? receberam maior estímulo? que tipo de estímulo? Não tenho conhecimentos para responder com certeza a esta questão, entretanto, penso que como os estágios têm caráter integrativo. As estruturas construídas a um nível dado são integradas nas estruturas do nível seguinte. Isto leva a crer que se uma criança for precocemente estimulada para que atinga um patamar de equilíbrio de um estágio, estará apta a atingir uma nova fase mesmo que não possua ainda a “idade certa”.

Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

Atividade quatro do PROA 04

1) O educador deverá se apoiar nas concepções já existentes no aluno para escolher quais recursos utilizar para que o aluno desenvolva novos níveis em suas construções conceituais. Qual ou quais são as formas científicamente adequadas para fazer o levantamento de tais concepções?

2) Uma criança com saúde física e mental normal pode naturalmente pular uma ou mais das seis etapas do desenvolvimento intelectual em geral? Se sim, explique. Se não, justifique.

Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

Atividade um, dois e três do PROA 04

Hoje li os textos: "Diferenças entre Percepção e Atividade Perceptiva" e Percepções, Noções e operações".
Também interagi nos seguintes fóruns:
O que é aprendizagem?
Problematizando a aprendizagem
Mecanismos perceptivos

Sexta-feira, Dezembro 08, 2006

Atividade quatro proa 07

Confesso que ao longo dos 8 anos que já leciono nunca trabalhei com turmas de alunos que possuem necessidades especiais propriamente dita. É lógico que entre todos os alunos que já tive haviam alunos com dificuldades de aprendizagem, mas nunca trabalhei diferenciadamente com os mesmos e, acho que por este motivo muitos reprovaram em minha disciplina.
Nunca antes deste curso tive interesse pelo assunto, encarava todos os alunos como normais, esperando rendimento similar e, para mim os que não conseguiam tal rendimento era porque não estudavam o suficiente.
Frente a minha realidade sobre o tema acima exposta escolhi o texto “Educação Inclusiva: do que estamos falando?”, fiz esta escolha pelo título, pois para quem nunca teve interesse pelo tema nada mais chamativo do as palavras: do que estamos falando.
Durante a leitura do texto me chamou a atenção o seguinte período: Muitos professores negam-se a receber, em suas turmas comuns, determinados aprendizes, percebidos como “muito diferentes”e para os quais se sentem despreparados. Outros os aceitam, reunindo-os num grupo à parte, produzindo exclusão na inclusão.
Acredito que sou um professor que ainda encontro-me neste estágio no que se refere a inclusão mas um outro período resume o que eu penso que dava ocorrer comigo no meu crescimento profissional, tal período é: O principio geral é o da igualdade de direitos a oportunidades isto é, ao direito igual de cada um de ingressar na escola e, nela, exercitar sua cidadania, aprendendo e participando.

Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

Atividade dois e três do PROA 06

Atividade II

Vê Epistemológico / Análise do Texto: A interpretação das nuvens

1) Questão Central
Investigar a interpretação das nuvens feitas pelas crianças em variáveis não lingüísticas.

2) Teoria
Teoria X

3) Conceitos
A espontaneidade epistemológica é o fundamento da aprendizagem: "é a espontaneidade do sujeito conformando o fluxo incessante de informações o que cria e recria as realidades" (Wells, 2008), ou como afirma brevemente Marx: "o sujeito sujeita aquilo a que está sujeito"(Marx, 1969).

4) Justifucativas
Segundo a teoria X, é preciso conhecer o sistema epistemológico das crianças em suas manifestações espontâneas para que se possa elaborar atividades em sala de aula que aproveitem a dinâmica do conhecimento infantil. Nuvens têm sido interpretadas por crianças de todas as culturas em todas as épocas, mas poucos estudos têm sido realizados sobre este assunto, e, na sua maior parte, são restritos à interpretação lingüística das nuvens (Aethereu, 2002). Nosso estudo utilizará um experimento não lingüístico para descobrir a materialização dos conceitos relacionados às nuvens nas crianças.Estamos utilizando o princípio de "balança epistêmica" de Marx, segundo o qual os conceitos são abstrações de propriedades ontológicas que precisam ser re-concretados para manter e ampliar seu significado, o que é feito transformando o conceito em atividades concretas (Marx, ibid.). Sabendo como a re-concreção ocorre poderemos planejar atividades escolares mais significativas para as crianças.

5) Coleta de Dados
O experimento consistirá em expor crianças de 5 a 7 anos ao céu nublado e fornecer-lhes materiais pedagógicos de interpretação, tais como papel e lápis de cor, massa de modelar, tanque transparente com água e tubos de tinta, algodão e cola, e instrumento musical improvisado que imita o som de trovoadas. Os pesquisadores não indicarão o que devem fazer, apenas irão conversar brevemente com as crianças sobre as nuvens no céu deixando-as à vontade com o material pedagógico.
Os dados serão coletados através da observação do comportamento das crianças, inclusive gravando as atividades, e por conversas informais ao longo da realização do experimento a fim de descobrir os raciocínio que elas desenvolvem enquanto interpretam as nuvens.
Na análise dos dados, usaremos o sistema ACME (Anti-linear Chaotic Measurement of Epistemological-spontaneity) desenvolvido por Jones (Jones, s.d). Este sistema permite avaliar os resultados do experimento de forma dinâmica, pois a espontaneidade não pode ser capturada, muito menos quantificada, mas apreciada nos interstícios da objetividade sempre parcial quando rigidamente estruturada nos arcabouços artificiais da ciência moderna.

6) Evento
Investigação da interpretação das nuvens feitas pelas crianças em variáveis não lingüísticas.



Atividade III

1. Qual TEORIA pretendo utilizar na minha pesquisa?
A teoria Sócio-intaracionista ou Histórico-Cultural de Vigotsky

a) O que eu JÁ SEI sobre esta TEORIA?
Esta teoria considera a enorme importância do papel da interação social no desenvolvimento do ser humano.

b) Quais os CONCEITOS principais desta TEORIA?
A teoria histórico-cultural basea-se em quatro pontos determinantes:
- Mediação: Etapa do desenvolvimento do pensamento centrada na presença de estímulos e signos, o que faz com que o homem modifique as suas atividades psíquicas.
- Processo de Internalização: O indivíduo internaliza formas culturalmente dadas de comportamento, num processo em que as atividades externas, funções interpessoais, transformam-se em atividades internas, intrapsicológicas.
- Zona de desenvolvimento proximal: Define aquelas funções que não amadureceram, que estão em processo de maturação e que amadurecerão, estando presentes em estado embrionário. O nível de desenvolvimento real caracteriza o desenvolvimento mental retrospectivamente, enquanto a zona de desenvolvimento proximal caracteriza o desenvolvimento prospectivamente.
Formação de Conceitos: A questão relativa à formação de conceitos é, para Vigotski, uma extensão do processo de internalização, caracterizando-se pelo confronto entre o conhecimento espontâneo e o científico.

c) Que livros, artigos, textos em geral, eu JÁ LI sobre esta TEORIA?
Artigo:
A Teoria Histórico-cultural e o Ensino da Física de Cleci Teresinha Werner da Rosa e Álvaro Becker da Rosa.

2. O que eu mais preciso saber sobre a TEORIA?
Necessito de mais leituras sobre este assunto.

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

Atividade um Proa 06

Comentários sobre o texto: Diferenças e similaridades entre Projetos de Pesquisa e de Aprendizagem. (Maria Jane Soares de Carvalho e Leonardo Sartori Porto).

Tanto projetos de pesquisa quanto projetos de aprendizagem no que se referem à pesquisa para encontrar as respostas as questões levantadas se confundem. Pois em ambos os alunos têm que buscar informações, sistematizar as informações gerando hipótese de respostas as questões inicias, testar estas hipóteses, até encontrar a melhor teoria para a explicação do problema inicial.
Já a principal distinção está na fase inicial, ou seja, no levantamento do problema a ser pesquisado, enquanto no projeto de pesquisa o problema é apresentado aos alunos por um pesquisador, no projeto de aprendizagem os alunos são os sujeitos deste levantamento da problemática.
Percebo que com essa metodologia de projeto de aprendizagem os alunos serão capazes de vencer a barreira de serem meros espectadores do processo de criação de um projeto e, com isso se tornarão pessoas curiosas no que se refere à realidade a sua volta e isso tornará estes alunos pessoas mais críticas frente as situações que surgirão em suas vidas tanto profissional como pessoal.

Segunda-feira, Novembro 20, 2006

Atividade quatro do PROA 05

Destaco o seguinte tópico:

Portanto, está superado o velho esquema segundo o qual se aprende na juventude um ofício que será exercido pelo resto da vida. Os indivíduos são chamados a mudar de profissão várias vezes em sua carreira e a própria noção de ofício está tornando-se cada vez mais problemática. Melhor seria raciocinar em termos de competências variadas, das quais cada um possuiria uma coleção singular. Cabe às pessoas, então, manterem e enriquecerem sua coleção de competência ao longo de sua vida. Essa abordagem leva a questionar a divisão clássica entre período de aprendizado e período de trabalho (pois se aprende o tempo todo), bem como o ofício enquanto principal modo de identificação econômica e social das pessoas.
Com a formação contínua, a formação em alternância, os dispositivos de aprendizado na empresa, a participação na vida associativa, sindical, etc., está constituindo-se um continuum entre tempo de formação, por um lado, e tempos de experiência profissional e social por outro. Dentro desse continuum, um lugar está sendo aberto para todas as modalidades de aquisição de competências (inclusive a autodidaxia).


Escolhi o tópico acima pelo fato de que expressa muito bem a situação do mercado de trabalho atual. Ou seja, nos dias de hoje um profissional nunca estará formado, pronto, mas sim sempre em processo de formação. E para se capacitar com o corre corre do trabalho as novas tecnologias entram em ação. Um profissional por exemplo pode fazer uso da internet para tal capacitação e com isso poupará tempo e dinheiro.